No Dia do Pequi, comemorado nesta quarta-feira, 23 de outubro, a cientista política Carol Fleury fez questão de ressaltar a importância cultural e gastronômica do fruto símbolo do Cerrado, especialmente para a região do Entorno do Distrito Federal e o próprio DF.
Carol, que já foi secretária de Estado do Governo de Goiás, lembrou que o pequi é mais do que um ingrediente típico da culinária goiana — ele representa a alma do povo do Centro-Oeste, suas tradições e o vínculo afetivo com a terra.
“O pequi é um símbolo de resistência cultural, um fruto que traduz a identidade do Cerrado e o modo de vida do nosso povo. Celebrar o Dia do Pequi é valorizar nossas raízes e a integração entre Goiás e o Distrito Federal”, afirmou Carol.
A ex-secretária destacou que a cultura tem papel central na construção da identidade regional, fortalecendo os laços entre as cidades goianas do Entorno e a capital federal. Segundo ela, o intercâmbio cultural, econômico e social entre essas regiões é fundamental para o desenvolvimento equilibrado e para o reconhecimento da força do Cerrado.
“O Entorno e o Distrito Federal compartilham histórias, sabores e tradições. O pequi é um exemplo vivo disso — está presente nas feiras, nas mesas e na memória afetiva das famílias goianas e candangas”, disse.
Dia do Pequi em Goiás
O Dia do Pequi foi instituído pela Lei Estadual nº 14.308/2002, com o objetivo de preservar e divulgar esse importante patrimônio natural e cultural do Cerrado. Além de ser uma referência gastronômica, o pequi também tem relevância ambiental e econômica, gerando renda para comunidades rurais e contribuindo para a preservação do bioma.
Para Carol Fleury, que tem se dedicado a defender políticas públicas voltadas ao fortalecimento do Entorno, o fruto representa também a união entre tradição e futuro.
“Preservar o Cerrado e valorizar o pequi é cuidar da nossa gente, da nossa história e da sustentabilidade das próximas gerações”, concluiu. Por: André Teixeira – 62999907919.